Há dias em que nos cansamos de tudo, das reclamações, dos horários, da rotina, dias em que temos vontade de mandar todo mundo para o espaço, pois é tanta pressão que a pessoa acaba explodindo. Ainda bem que são somente dias, e não semanas ou meses. Mas mesmo assim, são dias complicados, são dias em que você preferia nem ter acordado, em que se arrepende por ter saído da cama e ido para a escola ou para o trabalho, porque tudo que fez deu errado, ou não foi concluído. São dias dignos de riscar do seu calendário.
Um exemplo de um dia como esse, seria hoje, para mim, ao menos. Houveram coisas que quis dizer, e não disse, por não ter tido a chance e nem o bom senso de falar mesmo sem uma oportunidade, coisas que quis fazer, e não tive tempo. Coisas, que tive que fazer mesmo não querendo, coisas que tive que escutar, mesmo não pedindo.
Pois bem... Tudo isso passa. Mas esses dias nos fazem rever nossas atitudes, pensamos se o "nosso certo" é o "realmente certo". Em dias como esse, crescemos, amadurecemos e por fim, entendemos que nem sempre tomamos as decisões corretas. Porém, como não podemos voltar e refazer o que já havíamos feito, ou pensamos ter feito (errado), há o amanhã, que virá sempre com novas oportunidades e lições para nos ensinar.

Era uma vez um rei e seu grande, rico e cobiçado reino.
ReplyDeletePela coroa do reino ser muito rica, o tesouro real, bem como as extensas terras, eram muito invejadas pelo inimigos do rei e, estando sob uma crise e... guerra civil (não é bem este o termo... eu me esqueci), o rei temia por um ataque!
Pois eis que o rei pede ao seu conselheiro real para que lhe propusesse uma medida de contenção da revolta e também de alguma estratégia para um possível combate com os reinos vizinhos, dando-lhe o prazo de 1 semana ou perdia a cabeça.
No prazo determinado, o conselheiro diz "Aqui Majestade!" e entrega ao rei um papelzinho dizendo "Isto também passa."
O rei perguntou se era algum tipo de piada e antes mesmo que o conselheiro pudesse abrir a boca para explicar o que quer que fosse, foi mandado à execução.
(sim... é um texto longo... mas acho que tem tudo a ver... por isso estou escrevendo à 00:00h isto! :D)
O rei, apavorado com os acontecimentos da semana que pasará, começa a dar ordens e mais ordens, algumas sem sentido, indo dormir cansado e preocupado. Ao trocar de roupa, depara-se com o papelzinho da conselheiro no bolso das túnicas:
"Isto também passa."
"Rídículo!" pensa... e vai dormir.
Dias se passam e a guerra inicía-se. A revolta do povo piorava ainda mais a situação. O rei arrancando tufos de cabelo leva as mãos aos bolsos e de lá, tira um papelzinho:
"Isto também passa."
A guerra piora e ele vê a necessidade dele mesmo ir ao combate, junto com sua cavalaria real. Ao vestir sua armadura, vê um papel cair das suas roupas e...
"Isto também passa" estava escrito nele.
Quando tudo parecia perdido, o rei tem a surpresa de ver aliados de reinos distaaantes chegando para ajudar, o que causa uma grande reviravolta e o rei acaba ganhando a guerra!!
À noite, no banquete da vitória, quando vai iniciar o seu discurso de agradecimentos e hora aos aliados, coloca a mão no bolso e tira um papelzinho, dizendo:
"ISTO também passa."
"Ah, agora não preciso mais disso!! Todos os meus prblemas já acabaram!!"
Mas naquela noite, cansados das batalhas e embriagados pelo vinho da festa, a guarda real não conseguiu impedir que assassinos entrassem no castelo e assassinassem o rei.
(finalmente, FIM)
Momentos ruins sempre ocorrem, mas nunca são pra sempre:
"ESTES, também passam!"